Em “Zero no placar de incentivo às filmagens”, artigo publicado no site “Cultura e Mercado”, Steve Solot, diretor executivo da Rede Brasileira de Film Commissions-REBRAFIC, além de presidente da Rio Film Commission e do Latin American Training Center-LATC, falou sobre os benefícios econômicos que os incentivos para atração de filmes internacionais trazem às suas jurisdições em decorrência das filmagens nesses locais, e mostrou que o Brasil ainda não entrou no ranking mundial dos principais países que concedem tais incentivos.

“Internacionalmente, o cenário global está repleto de países na concorrência. O mais novo player, de acordo com a revista “Variety”, é a Tailândia, que se prepara para oferecero um “rebate” de 15% dos gastos em produção de filmes estrangeiros, mais 10% de reembolso se o filme projeta uma imagem positiva do país. Outros concorrentes notáveis na tabela de classificação mundial dos incentivos são Holanda, Hungria, Abu Dhabi, Nova Zelândia, França Itália e Canadá, além dos vizinhos latinos Colômbia, México, Panamá, a República Dominicana e Porto Rico”, destaca.

Para Solot, a REBRAFIC será o apoio e força por trás das film commissions no Brasil, que funcionam como motores de desenvolvimento econômico nas suas regiões, e catalisadores na campanha para a criação de incentivos para atração de filmes internacionais para o Brasil, com o objetivo de tornar o país um player competitivo no cenário (e no placar) audiovisual global.

Para ler o artigo completo, acesse o site: www.culturaemercado.com.br/site/destaque/zero-no-placar-de-incentivo-as-filmagens

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