O cinema latino-americano hoje: pelo olhar do diretor (2013)

A versão brasileira do livro está disponível para venda através da livraria online Loja Singular.
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A versão em inglês-espanhol do livro está disponível para venda através da Amazon.
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O cinema latino-americano hoje: pelo olhar do diretor, parceria entre o Américas Film Conservancy-AFC e o Latin American Training Center-LATC, apresenta a visão de diretores latino-americanos sobre a indústria cinematográfica em seus países.

O livro foi organizado por Oliver Kwon, presidente da AFC, e por Steve Solot, presidente do LATC e é resultado de uma parceria entre as duas entidades, representando o primeiro esforço conjunto em prol do desenvolvimento de iniciativas que favoreçam as indústrias cinematográficas nacionais e os cineastas da América Latina. A publicação é coerente com a missão da AFC de promover o desenvolvimento, a preservação e a globalização de filmes latino-americanos enquanto recursos culturais e históricos, e proporcionar uma maior compreensão mútua entre a América Latina e os EUA.

O cinema latino-americano hoje: pelo olhar do diretor tem dois objetivos principais. Primeiro, apresentar um panorama atual dos rumos do cinema latino-americano a partir da perspectiva do diretor de cinema, atuando assim como uma ferramenta de referência para o estudo e o debate do cinema regional entre estudantes, cineastas e o público em geral. O segundo é refletir as opiniões de alguns dos cineastas mais destacados e representativos na América Latina. Por isso, o livro está sendo publicado em duas edições bilingues, uma em inglês-espanhol e outra em português-inglês, na tentativa de possibilitar um amplo acesso a leitores de todo o mundo.

Essa publicação contém um artigo do brasileiro Bruno Barreto, diretor de Flores Raras (2013) e outro do argentino Daniel Burman, diretor da comédia romântica A Sorte em Suas Mãos (2012). A obra é composta também pelo chileno Andrés Wood, de Violeta foi para o céu (2011), por Carlos Moreno, de Perro come perro (2008), pelo cubano Juan Cremata, Viva Cuba (2005), pelo equatoriano Sebastián Cordero, do premiado Ratas, ratones, rateros (1999) e pelo grande cineasta mexicano Carlos Carrera, de O crime do Padre Amaro (2002). A peruana Claudia Llosa, de La teta assustada (2009), o uruguaio Pablo Stoll, de Whisky (2004) e o venezuelano Hernán Jabes de Piedra, papel o tijera (2012) completam o grupo de diretores que participaram deste importante projeto.

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